Viewable Impressions estão a mudar

Publicado por Bruno Saraiva em 28 de Janeiro de 2013

Embora seja praticado mais vezes, o Custo Por Clique (CPC) não é a única forma de comprar banners. É também possível programar um banner com um Custo Por Mil visualizações (CPM).

Este segundo método permite-nos pagar por cada mil visualizações de um banner, e é mais utilizado para campanhas onde o que realmente importa é aumentar a notoriedade e não as conversões. 

O problema do CPM é o controlo das visualizações, isto porque uma visualização onde o utilizador consegue ler toda a mensagem do banner é diferente de uma visualização onde o banner surge no final de uma página que o utilizador nunca chega a ver.

Ora surge agora um novo conceito, as “Viewable Impressions”, que prometem revolucionar a contabilização das impressões e revelar os números verdadeiros das campanhas de CPM. 

A respeito deste tema, aqui fica um interessante infográfico da autoria da Onscroll com alguns números interessantes:

Infográfico Impressões

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Histórias e lendas de SEO

Publicado por Bruno Saraiva em 7 de Janeiro de 2013

A optimização de sites para motores de busca já não é o que era…

Em tempos antigos, reinava a busca pela optimização perfeita, sites de todo mundo mediam forças, escolhiam palavras-chave e usavam de todos os artífices para garantir a liderança do pagerank.

Foi uma era sombria do marketing digital, o SEO era uma força desconhecida para muitos, e rapidamente surgiram métodos sombrios que procuravam garantir o tão almejado primeiro lugar na página de pesquisas.

Tudo era permitido, links ocultos, textos disfarçados, palavras-chave irrelevantes, ou até a cópia de conteúdos…

A anarquia instalou-se e corria-se o risco de descredibilizar as pesquisas online com resultados pouco relevantes. Surgiu então o novo algoritmo do Google para restabelecer a ordem.

As práticas sombrias de SEO foram banidas e classificadas como black hat e os seus praticantes penalizados, para garantir a integridade das buscas.

SEO Black Hat

Mas este período conturbado da história do SEO deu origem a crenças infundadas que é preciso desmistificar:

A obsessão pelo primeiro lugar nos resultados

As empresas viram os motores de busca como uma mina de ouro, e garantir a primeira posição tornou-se uma obsessão. Não tardou a que as empresas se virassem para os especialistas exigindo o primeiro lugar nos resultados de pesquisa, mas tal é impossível.

O SEO não é uma formula matemática estável e precisa, ela depende de diversos factores externos para que alguém possa garantir o primeiro lugar no posicionamento e  estudos mostram também que nem sempre o primeiro lugar é sinónimo de cliques.

A quantidade é amiga da conversão

Há quem acredite que um texto deve estar cravejado de palavras-chave exactas para ter um bom SEO.

Alguém já tentou escrever um artigo coerente só a pensar em palavras-chave? É um exercício ingrato, e ninguém gosta de ler um headline cravejado de palavras-chave sem sentido, nem o Google. Não é necessário encher uma página de palavras-chave para o conteúdo ser bem indexado, embora ajude ter uma keyword no título ou no link da página, mas mais importante do que isso, é criar um texto interessante e que mantenha o leitor interessado.

O trabalho de SEO faz-se numa tarde

Esta é uma lenda perigosa, muitos crêem que o trabalho de SEO se resume à programação em código de algumas palavras-chave, um ou outro plugin e puff, está feita a magia.

Nada mais errado, SEO é fruto de um trabalho contínuo de optimização quer de conteúdos (textos, imagens, ficheiros…) como de programação (usabilidade, codificação,…). O trabalho de um especialista em SEO nunca está concluído.

one-doe-not-simply-stop-doing-seo

 

(Fonte)

 Redes sociais e SEO não estão relacionadas

Desde o lançamento do Google + que a influência das redes sociais sobre o ranking dos conteúdos é um facto consumado.

O algoritmo do Google foi criado para trazer ao topo das pesquisas os conteúdos mais relevantes e eliminar o que não interessa. Se existe mais uma ferramenta que atesta a qualidade dos conteúdos como o botão + faz todo o sentido que esta qualificação ajude a classificar os conteúdos e aumentar o seu ranking.

 O SEO e a usabilidade não estão relacionados

A forma como os Google bots pesquisam no nosso site é semelhante à de um utilizador.

O bot entra por uma página e daí começa a navegar no nosso site, à procura dos nossos conteúdos e avaliando a pertinência destes e das nossas palavras-chave. Se a estrutura de navegação do nosso site for complexa, e um utilizador tiver de dar 5 cliques para chegar a um artigo, também o robot terá um longo caminho a percorrer, e também ele se cansa.

Um site com uma boa estrutura e usabilidade facilita a indexação por parte do Google e é por si só uma boa prática de SEO.

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